quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Recomeçar (Bom para 2011)

Não importa onde você parou…
Em que momento da vida você cansou…
O que importa é que sempre é possível e necessário “Recomeçar”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
É renovar as esperanças na vida e o mais importante…
Acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?
Foi aprendizado…
Chorou muito?
Foi limpeza da alma…
Ficou com raiva das pessoas?
Foi para perdoá-las um dia…
Sentiu-se só por diversas vezes?
É por que fechou a porta até para os anjos…
Acreditou que tudo estava perdido?
Era o início da sua melhora…
Pois é… Agora é hora de reiniciar… De pensar na luz…
De encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal um novo emprego?
Uma nova profissão?
Um corte de cabelo arrojado… diferente?
Um novo curso… Ou aquele velho desejo de aprender a pintar… Desenhar…
Dominar o computador… Ou qualquer outra coisa…
Olha quanto desafio…
Quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus o esperando.
Está se sentindo sozinho?
Besteira… Tem tanta gente que você afastou com o seu “período de isolamento”…
Tem tanta gente esperando apenas um sorriso seu para “chegar” perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza…
Nem nós mesmos nos suportamos…
Ficamos horríveis…
O mau humor vai comendo nosso fígado…
Até a boca fica amarga!
Recomeçar…
Hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar?
Ir alto… Sonhe alto…
Queira o melhor do melhor…
Queira coisas boas para a vida…
Pensando assim trazemos prá nós aquilo que desejamos…
Se pensamos pequeno…
Coisas pequenas teremos…
Já se desejarmos fortemente o melhor e, principalmente, lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hoje o dia da faxina mental…
Joga fora tudo que te prende ao passado…
Ao mundinho de coisas tristes…
Fotos… Peças de roupa, papel de bala…
Ingressos de cinema, bilhetes de viagens…
E toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados…
Jogue tudo fora…
Mas, principalmente, esvazie seu coração…
Fique pronto para a vida…
Para um novo amor…
Lembre-se: somos apaixonáveis…
Somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes…
Afinal de contas…
Nós somos o “Amor”.
“Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.”


- Carlos Drummond de Andrade

4 Leis na Espiritualidade‏

1ª Lei – A PESSOA QUE CHEGA É A PESSOA CERTA.
Ou seja, ninguém chega em nossas vidas por acaso, todas as pessoas que nos rodeiam, que interagem conosco, estão ali por algum motivo, para nos fazer aprender e avançar em cada situação.


2ª Lei – O QUE ACONTECE É A ÚNICA COISA QUE PODIA ACONTECER.
Nada, absolutamente nada do que nos acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra maneira, nem sequer um detalhe mais insignificante. Não existe aquilo de …”se tivesse feito tal coisa … teria acontecido tal coisa …”.


3ª Lei – EM QUALQUER MOMENTO QUE COMECE É O MOMENTO CORRETO.
Tudo começa no momento certo, nem antes nem depois. Quando estamos preparados para que algo novo comece em nossas vidas, aí então começará. O que aconteceu foi o que pôde acontecer e teve que ser assim para que aprendêssemos essa lição e seguíssemos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas, são perfeitas, ainda que nossa mente e nosso ego resistam e não queiram aceitar.


4ª Lei – QUANDO ALGO TERMINA, TERMINA.
Simplesmente assim. Se algo terminou em nossas vidas, é para nossa evolução, portanto, é melhor deixá-lo seguir adiante e avançar já enriquecidos com essa experiência. Creio que não é por acaso que você esteja lendo este texto. Se este texto chega em nossas vidas é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai em lugar errado.


(Ensinadas na Índia)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Revelações da Constante

Eu nunca fui capaz de controlar o meu futuro. Eu sempre pude sim, escolher a direção que ele tomaria, mas as variáveis sempre foram maiores do que o meu controle sobre as situações. Já me disse uma vez um sábio que nós controlamos e/ou influenciamos apenas 10% do que nos acontece, enquanto os outros 90% fogem do nosso controle. Isso quer dizer que nós não controlamos NADA, porque as coisas acontecem INDEPENDENTE da sua vontade , ou seja, nós temos que VIVER.

Eu não tenho como saber se vou continuar no emprego em que estou: eu posso dar o melhor de mim sempre, e deixar a vida seguir seu rumo. Eu não tenho como saber se vou continuar amiga das pessoas ao meu redor: eu posso ser eu mesma e deixá-las a vontade para decidir isso. Eu não tenho como saber o futuro da minha família, mas eu vou aproveitá-los o quanto eu puder. E finalmente: eu não tenho como saber se vou ficar com você o resto da minha vida. Eu quero sim e muito, porque eu te admiro e gosto de você. No momento você é uma das prioridades da minha vida e é importante pra mim. Eu não sei o que o futuro nos aguarda, não sei se teremos espaço na vida um do outro quando esse futuro chegar. Mas o que eu sei, é que se eu ficar com medo do que pode acontecer no futuro, eu vou deixar de viver no presente, que é aonde você e eu estamos agora.

Ontem mesmo eu estava lendo um livro, e de uma definição de surfe eu tirei a frase de que me deu a mais pura certeza de que eu estou no caminho certo com os meus pensamentos: "...Ele te ensina a aceitar o fluxo da natureza em vez de combatê-lo...". Eu tenho que criar as bases no presente para poder ter algo no futuro, não há outro jeito. E agora eu finalmente entendi isso. E consegui entender sem mudar o que eu sinto por você. Não digo isso da boca pra fora, mas sim de coração.

Eu digo isso agora porque eu finalmente entendi que deixar a vida te levar não é ser irresponsável ou inconsequente, não é fazer as coisas sem pensar, mas sim plantar as sementes do seu futuro, fazer o melhor que se pode agora e colher os frutos depois, é aceitar os 90% que você não controla e ser feliz com isso. Eu digo isso porque agora eu entendo que eu nunca fui capaz de controlar o meu futuro...

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Um texto pra você

Viajando na net esses dias me deparei com certos comentários feitos em determinadas redes sociais, disso surgiu a inspirãção para o que vocês estão prestes a ler. O intuito deste post não é provocar ninguém, mas sim dar um pouco de luz à quem precisa, e quem sabe, mudar algumas idéias errôneas.

As pessoas cometem erros, as pessoas se enganam, as pessoas sobrevivem e seguem em frente. Pelo amor de Deus, que graça iria ter a vida se a gente sempre tomasse as decisões certas, sempre dissesse as coisas certas e nunca se enganasse? São desses pequenos deslizes que surgem os aprendizados, os novos pontos de vista, não tem como sair perdendo.

Às vezes fazemos escolhas erradas, indo contra tudo o que nos alertam. Mas como já dito no meu primeiro post, não adianta voltar atrás, você fez a escolha que melhor te cabia naquele momento. Águas passadas não movem moinhos e certas coisas devem ficar no passado, mortas e enterradas e, de preferência, esquecidas, caso seja essa a vontade.

O que não é certo é se martirizar eternamente por obra de suas escolhas passadas, se deixar envolver por sombras que te dizem que é melhor viver em solidão do que correr atrás do prejuízo e dar a volta por cima, e reconquistar coisas que você julga importantes para a sua vida.

Se enganar é nada mais que comum, corriqueiro e humano. O que você faz depois de cair é o que te define, e não o que te fez cair em primeiro momento. A vida foi feita para se dar a volta por cima e dar o melhor que se pode em todas as circunstâncias.

As pessoas mudam, as situações mudam, o tempo muda, as circunstâncias mudam, bem como o mundo continua (e vai continuar) girando em sua órbita ao redor do sol. E por pior que as situações pareçam, você vai sobreviver.

Como eu disse, o intuito deste post nunca foi provocar ou ofender ninguém, só quis dar um pouco de luz à um velho amigo do meu passado. Não é algo que tenham me pedido, mas eu fiz de uma pura intuição que veio a mim.

Galera, no mais é isso.

E vamo que vamo! =)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Os Sentimentos do Outro

Muitas vezes nosso olhar sobre o outro, sobre suas atividades e sentimentos, é extremamente superficial.

O egoísmo em nós ainda cega para as necessidades do outro, e isso, num relacionamento a dois, é fator preponderante para o fracasso.

Necessário que deixemos as cavernas de nossas preocupações pessoais para conhecer outras moradias, nos aproximando do outro.

Nesse caminho sempre seremos presenteados com o sol do dia, que nos fará enxergar a vida e o próximo de forma muito mais nítida.

O que para um pode não ter importância ou significado, para o outro poderá ser fundamental.

Considerar isso é um exercício necessário, que deve ser realizado com constância e interesse.

A empatia é a sábia comandante dessa proposta elevada, que nos convida a perceber o outro e suas razões através de um novo ponto de vista, de uma nova perspectiva.

Ela nos ajuda a ser menos implacáveis nos julgamentos e condenações que fazemos.

Ela nos ajuda a compreender e a desenvolver a compaixão, evitando que a raiva e a vingança tomem o leme de nossa existência.

Ela nos faz entender que as ideias e sentimentos das outras pessoas são tão importantes quanto os nossos.

Ela nos ajuda a amar o ser amado...

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 8, pt. III, do livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dale Carnegie, ed. Cia. Editora Nacional.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Luz na Escuridão

Um dia, um menino de 3 anos estava na oficina do pai, vendo-o fazer arreios e selas. Quando crescesse, queria ser igual ao pai.

Tentando imitá-lo, tomou um instrumento pontudo e começou a bater numa tira de couro. O instrumento escapou da pequena mão, atingindo-lhe o olho esquerdo.

Logo mais, uma infecção atingiu o olho direito e o menino ficou totalmente cego.

Com o passar do tempo, embora se esforçasse para se lembrar, as imagens foram gradualmente desaparecendo e ele não se lembrava mais das cores.

Aprendeu a ajudar o pai na oficina, trazendo ferramentas e peças de couro. Ia para a escola e todos se admiravam da sua memória.

De verdade, ele não estava feliz com seus estudos. Queria ler livros. Escrever cartas, como os seus colegas.

Um dia, ouviu falar de uma escola para cegos. Aos dez anos, Louis chegou a paris, levado pelo pai e se matriculou no instituto nacional para crianças cegas.

Ali havia livros com letras grandes em relevo. Os estudantes sentiam, pelo tato, as formas das letras e aprendiam as palavras e frases.

Logo o jovem Louis descobriu que era um método limitado. As letras eram muito grandes. Uma história curta enchia muitas páginas.

O processo de leitura era muito demorado. A impressão de tais volumes era muito cara. Em pouco tempo o menino tinha lido tudo que havia na biblioteca.

Queria mais. Como adorava música, tornou-se estudante de piano e violoncelo.

O amor à música aguçou seu desejo pela leitura. Queria ler também notas musicais.

Passava noites acordado, pensando em como resolver o problema.

Ouviu falar de um capitão do exército que tinha desenvolvido um método para ler mensagens no escuro.

A escrita noturna consistia em conjuntos de pontos e traços em relevo no papel. Os soldados podiam, correndo os dedos sobre os códigos, ler sem precisar de luz.

Ora, se os soldados podiam, os cegos também podiam, pensou o garoto.

Procurou o capitão Barbier que lhe mostrou como funcionava o método. Fez uma série de furinhos numa folha de papel, com um furador muito semelhante ao que cegara o pequeno.

Noite após noite e dia após dia, Louis trabalhou no sistema de Barbier, fazendo adaptações e aperfeiçoando-o.

Suportou muita resistência. Os donos do instituto tinham gasto uma fortuna na impressão dos livros com as letras em relevo. Não queriam que tudo fosse por água abaixo.

Com persistência, Louis Braille foi mostrando seu método. Os meninos do instituto se interessavam.

À noite, às escondidas, iam ao seu quarto, para aprender. Finalmente, aos 20 anos de idade, Louis chegou a um alfabeto legível com combinações variadas de um a seis pontos.

O método Braille estava pronto.

O sistema permitia também ler e escrever música.

A idéia acabou por encontrar aceitação. Semanas antes de morrer, no leito do hospital, Louis disse a um amigo:

"Tenho certeza de que minha missão na Terra terminou."

Dois dias depois de completar 43 anos, Louis Braille faleceu.

Nos anos seguintes à sua morte, o método se espalhou por vários países.

Finalmente, foi aceito como o método oficial de leitura e escrita para aqueles que não enxergam.

Assim, os livros puderam fazer parte da vida dos cegos. Tudo graças a um menino imerso em trevas, que dedicou sua vida a fazer luz para enriquecer a sua e a vida de todos os que se encontram privados da visão física.

***

Há quem use suas limitações como desculpa para não agir nem produzir.

No entanto, como tudo deve nos trazer aprendizado, a sabedoria está, justamente, em superar as piores condições e realizar o melhor para si e para os outros.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. O menino que trouxe luz ao mundo da escuridão, do Livro das Virtudes II - o compasso moral, de Willian J. Bennett, ed. Nova Fronteira.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A mente apaga registros duplicados

Por Airton Luiz Mendonça
(Artigo do jornal O Estado de São Paulo)

O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.
Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio.... você começará a perder a noção do tempo.


Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.
Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.


Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:

Nosso cérebro é extremamente otimizado.
Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.

Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.
Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.

Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.
É quando você se sente mais vivo.

Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.
Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.
Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente);
O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência). Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente.
Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.

Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.
Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, -.... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.

Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a... ROTINA!
A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.

Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.

Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).
Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.
Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.
Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.
Seja diferente.

Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos... em outras palavras...
V-I-V-A !!!
Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.

E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o... do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.
Cerque-se de amigos!
Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.

Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?

Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.