sexta-feira, 12 de março de 2010
Sempre comigo
Claro que isso é somente normal, faz parte da minha teoria: toda pessoa tem um período de altos e baixos, como uma montanha russa...uma hora você está no auge, na outra você está por baixo. E essa variação acontece sempre em um determinado período de tempo, que varia de pessoa pra pessoa: pode ser de mês em mês, semestre em semestre ou ano em ano, mas o fato é que essa variação existe e tem a função de simplesmente nos fazer crescer, você entra de um jeito e sai de outro e melhor ainda.
Ultimamente eu ando na fase do "baixo", chateada, irritada, desesperada, nervosa, ansiosa, aflita. E nisso que a gente deixa o negativismo tomar conta da gente, coisas "ruins" acontecem e a gente fica carente e sentimental demais, querendo colo e atenção o tempo todo... E a gente não pode simplesmente exigir do mundo que compreenda o que a gente tá passando, as pessoas não são adivinhas,não tem obrigação de ajudar você e muito menos perder uma noite de sono só porque você está carente. As pessoas têm seu próprio espaço, seu próprio tempo, precisamos respeitar e aceitar isso. E não simplesmente ficar chorando num cantinho só porque as pessoas não têm a reação aos seus problemas do jeito que você espera que tenham.
Por entender isso agora,eu peço desculpas aos meus amigos, que andam aturando (com muita paciência, devo dizer) a minha carência excessiva.
Mas voltando à linha de racicínio... seus amigos e companheiros não têm essa obrigação, se eles os fazem é por consideração e amor à sua pessoa. Mas nem sempre eles estão lá para dizer "vai ficar tudo bem", "vira macho rapá", "pára de ser emo", ou "dê um tempo para você mesma", porque eles também tem os problemas deles.
Nesse ponto você pode parar e perguntar: "então você fica sozinho (a)?". Nesse mesmo momento eu vou parar e dizer que "não". Porque sempre vão existir pessoas que amam você do jeito que você é, seja sério, chamativo, auto-suficiente ou carente. Vão amar você mesmo que você faça a maior cagada do mundo ou mesmo que um dia você não seja mais você. Às vezes vão amar tanto você, que vão te deixar sentir ódio deles, só para te proteger. "Eles" são sua família, a coisa mais preciosa que você tem. Seja família de sangue, de afinidade, ou espiritual, eles sempre vão estar lá por você, para te socorrer caso você venha a precisar. E por mais longe que eles pareçam estar, eles sempre vão aparecer para te socorrer.
Eu precisei ficar desesperada para finalmente entender isso e ver que vocês sempre estarão lá por mim, não importa o que eu faça, não importa que eu mude, não importa o que aconteça. Simplesmente agradeço de coração por dividirem essa jornada comigo. Eu amo vocês.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Eu, impulsiva.
...
"Sou o que se chama de pessoa impulsiva.
Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio-a-meio:
Às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais:
Eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura o bastante ainda. Ou nunca serei!"
...
"Estou sentindo uma clareza tão grande que me anula como pessoa atual e comum: é uma lucidez vazia, como explicar? assim como um cálculo matemático perfeito do qual, no entanto, não se precise. Estou por assim dizer vendo claramente o vazio. E nem entendo aquilo que entendo: pois estou infinitamente maior do que eu mesma, e não me alcanço. Além do quê: que faço dessa lucidez? Sei também que esta minha lucidez pode-se tornar o inferno humano — já me aconteceu antes. Pois sei que — em termos de nossa diária e permanente acomodação resignada à irrealidade — essa clareza de realidade é um risco. Apagai, pois, minha flama, Deus, porque ela não me serve para viver os dias. Ajudai-me a de novo consistir dos modos possíveis. Eu consisto, eu consisto, amém."
- Clarice Lispector
terça-feira, 2 de março de 2010
Crônicas Urbanas I - A Garota do Esmalte Verde

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Provações
Esse ano vai ser ano de provações, tem muita gente por aí que precisa ver a Marizinha de verdade, a começar pelos de casa mesmo. Já tomei algumas decisões que não gostaram nada e ouvi um monte de coisa que, sinceramente, foi desnecessário. Estão todos esperando eu me ferrar, voltar atrás com o rabo entre as pernas. Só digo uma coisa: se vocês acham que eu vou deixar a peteca cair, estão muito enganados, agora é que ela não vai cair MESMO.
Se eu estou com medo? OBVIAMENTE. Quem mais sabe das minhas limitações e dos meus medos sou eu mesma, só eu sei o que eu tô sentindo de ter dado esse passo sozinha e sem apoio algum. Há quem diga que eu estou fazendo isso pelos motivos errados, mas EU sei o que se passa na minha cabeça, EU acredito que vai ser bom para mim PROFISSIONALMENTE. Se for um erro, que seja, mas EU vou ter feito isso por EU MESMA.
Volto a dizer, vai ser ano de provações, e eu tenho muita coisa pra provar para as pessoas ao meu redor,mas muita coisa pra provar pra eu mesma também, é hora de crescer. Fazendo o melhor, a gente colhe o melhor, dando o máximo de si mesmo, as coisas fluem... As coisas vão dar certo, apesar do que vocês estão dizendo.
QUE SEJA O QUE DEUS QUISER...Esse ano vai ser O ano!
Vamo que vamo!
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Willian Shakespeare Rocks!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Onde Haja Sol

Vou tomar o caminho mais reto vou seguir direto até onde eu quiser
Veja só, eu podia estar ao seu lado
To indo pra onde haja sol